O gavião-de-rabo-barrado é uma ave accipitriforme da família Accipitridae. Também conhecido por gavião-urubu.
Seu nome científico significa: do (grego) buteo = abutre, urubu; e do (latim) albus = alvo, branco; e notatus, notare = marcado, com marcas; albonotatus = com marcas brancas. ⇒ Abutre com marcas brancas ou “gavião” com marcas brancas.
Mede de 46 a 53 cm de comprimento e pesa até 565 gramas.
Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies).
(Clements checklist, 2014).
Captura principalmente aves e mamíferos, mas foi observando se alimentando de pequenas lagartixas, na América do Norte. Essa espécie imita perfeitamente um urubu Cathartes em voo, tipo de mimetismo que serve para enganar suas presas e capturá-las, pois ao imitar um urubu suas presas não se sentem ameaçadas e permitem a aproximação do gavião (Sick, 1997).
Conforme observado na América do Norte, não há preferência por uma espécie arbórea onde o ninho deve ser construído, podendo este se localizar entre 4 e 23 metros de altura, onde são postos de um a três ovos, com período de incubação de 35 dias. Os filhotes saem do ninho entre 42 e 50 dias (del Hoyo,1994).
Habita preferencialmente áreas abertas, podendo sobrevoar as bordas de matas e florestas. Sua cor e forma de voar se assemelham à do urubu-de-cabeça-vermelha (Cathartes aura), por isso é difícil sua identificação em voo. Apesar de ser um gavião de ambientes abertos, sua ocorrência é incomum. A espécie é ameaçada pela destruição dos campos naturais e cerrados.
Espécie de ampla distribuição, ocorre dos Estados Unidos, México e América Central. Na América doSul, distribui-se do Equador, Peru, norte da Colômbia e na faixa oriental do norte do Brasil (desde o Amazonas, ao Ceará, Pernambuco, Alagoas e da Bahia ao Paraná), e na parte oeste do continente, do Paraguai até o norte da Bolívia.
http://www.google.com.br/urlsa=t&source=web&cd=4&ved=0CCEQFjAD&url=http%3A%2F%2Fwww.avesderapinabrasil.com%2Fbuteo_albonotatus.htm&ei=490KTISFGMWrcZ-x2aQO&usg=AFQjCNH4MK4K85_d0vGr3tS1EJ245GcWLA Acesso em 05 de junho de 2010. Consulta bibliográfica sobre subespécies: